O desligamento das redes 2G e 3G oferecem oportunidades para o desenvolvimento da 5G

Redes de serviços móveis mais antigas, como da segunda e terceira geração, tendem a ter sua base de clientes reduzida todos os dias e sua manutenção representa um grande passivo para as operadoras, o que torna seu encerramento um incentivo para o lançamento da 5G.

São Paulo, 18 de fevereiro de 2021 – O desligamento das redes móveis que fornecem serviços 2G e 3G representa um incentivo para as operadoras de telefonia móvel implementarem serviços 5G na América Latina. Isso é explicado no novo relatório “Melhores práticas para o desligamento de redes móveis legadas para a América Latina”, publicado pela 5G Americas, que analisa as opções do setor na região e apresenta exemplos internacionais práticos.

“A coexistência de redes de diferentes tecnologias 2G, 3G, 4G e em breve 5G, é ineficiente no dia-a-dia das operadoras. Neste sentido, um processo inteligente que efetue o desligamento das redes que estão se tornando obsoletas pode significar benefícios no desenvolvimento da 5G, mas também exige uma série de desafios para as operadoras”, explicou José Otero, vice-presidente para a América Latina e Caribe da 5G Americas.

O estudo analisa o estado das redes desativadas na América Latina e propõe uma série de etapas a serem levadas em consideração pelas operadoras no momento do seu desligamento, como a redução dos custos na gestão das mesmas. É dada ênfase ao desenvolvimento de um plano estratégico de comunicação com os clientes para que diferentes planos estimulem os usuários a migrarem para tecnologias mais avançadas. Também são analisados ​​o relacionamento com o órgão regulador, o planejamento do encerramento e as estratégias para evitar penalidades.

O relatório apresenta os exemplos implementados pela AT&T nos Estados Unidos e pela Telus no Canadá. As estratégias realizadas por essas operadoras são analisadas, bem como os processos utilizados pelos dois players ao encerrarem suas redes em obsolescência.

“Muitas operadoras da região estão em busca de inovação e eficiência em suas redes, por isso os planos de desligamento das tecnologias mais antigas se apresentam como uma alternativa para concretizar esses projetos. Essas estratégias coincidem com a necessidade de aumentar a digitalização em muitos países da região. Criar as condições para que essas estratégias sejam executadas é um dos trabalhos a serem realizados em conjunto entre as autoridades e a indústria”, disse Otero.

O relatório “Melhores práticas para o desligamento de redes móveis legadas para a América Latina” pode ser baixado aqui.

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