Em março de 2019, praticamente a metade das linhas móveis utilizavam redes LTE no Equador. As assinaturas de banda larga móvel (3G e 4G em conjunto) chegam a quase 9 de cada 10 assinaturas.

Apenas 5 anos após seu lançamento no Equador, a LTE tornou-se a principal tecnologia móvel em termos de assinaturas no país. No primeiro trimestre de 2019 (1T19), quase uma de cada duas linhas podiam utilizar estas redes de banda larga móvel, segundo dados da infografia da 5G Americas.

De acordo com estatísticas setoriais publicadas pela Agência de Regulação e Controle das Telecomunicações (ARCOTEL), no 1T19 existiam cerca de 7,7 milhões de assinaturas 4G LTE no Equador, um total de 48%. Essa participação é mais alta que a registrada pelas tecnologias comercializadas como 3G e 2G.

Os dados da ARCOTEL mostram que em 2014, durante a etapa de introdução da LTE, as assinaturas deste tipo eram de 30 mil no país, enquanto que ao final de 2018 superaram os 7,3 milhões. Nesse período de tempo, a participação de assinaturas LTE passou de 0,2% para 46%. Disto, em 2018 as assinaturas 4G LTE superaram pela primeira vez as comercializadas como 3G.

Ao final do 1T19, o Equador contava com quase 16 milhões de assinaturas móveis para uma penetração de 93 assinaturas para cada 100 habitantes. A maioria destas linhas (89%) utiliza tecnologias de banda larga móvel (anunciadas como 3G e 4G), por isso é importante que no Equador se permita o acesso a mais espectro radioelétrico para aumentar a capacidade das redes de telecomunicações móveis.

Além dos usuários, a infraestrutura de redes para a banda larga móvel também expandiu no Equador. Por exemplo, as estatísticas da ARCOTEL mostram que entre o 1T14 e o 1T19 as rádi-bases 4G passaram de apenas 116 para quase 4.400 no 1T19. A combinação de políticas que colocam mais espectro à disposição das operadoras móveis e agilizam a instalação de mais infraestrutura de rede são essenciais para promover um desequilibro da banda larga móvel como tecnologia de acesso à internet.