Principal obstáculo a ser superado é a fragmentação e a subutilização da frequência. Varios países definiram o uso da banda de 3,5 GHz na América Latina.Em alguns casos, sua alocação para serviços fixos sem fio complica sua utilização na nova geração de banda larga móvel. 

A banda de espectro radioelétrico de 3,5 GHz ficou subutilizada em vários mercados da América Latina, o que supõe um dos maiores desafios para permitir o aproveitamento desta banda no contexto da quinta geração móvel. Assim explica o estudo “Espectro para a 5G: situação da banda de 3,5 GHz na América Latina” publicado pela 5G Americas no Brecha Zero.

A banda de 3,5 GHz que foi comtemplada para acesso fixo sem fio de última milha nos anos anteriores, atualmente está subutilizada em vários mercados, e além disso, fragmentada geograficamente, dado que sua alocação aconteceu com licenças nacionais e regionais. Esta situação apresenta em alguns mercados uma complexidade adicional para o seu aproveitamento no contexto da próxima geração móvel”, explicou Jose Otero, Vice-presidente para América Latina e Caribe da 5G Americas.

O estudo estabelece que um dos maiores desafios da região é o aproveitamento da banda de espectro radioelétrico de 3,5 GHz para serviços de banda larga móvel da 5G. O relatório foi produzido com base no documento “Espectro na América Latina e no Caribe para 5G: bandas Médias e Altas”, também publicado pela 5G Americas. O White paper apresenta uma revisão da situação da banda de 3,5 GHz em 11 mercados da região, de uma perspectiva para o desenvolvimento da 5G.

O relatório Espectro na América Latina e no Caribe para 5G: Bandas Médias e Altas pode ser baixado aqui.